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Sharing Economy – Competindo em novos mercados

Economia centralizada é coisa do passado…

Modelos comumente utilizados se obsoletam, dando lugar à soluções jovens e extremamente renovadoras. E isso não poderia ser diferente com a economia e o modo como marcas e empresas competem no mercado.

Com a era da internet, passou a existir uma nova ferramenta para expansão de informações: a cultura de compartilhamento. Empregada na forma como companhias obtém lucro, a Sharing Economy é encontrada em diversos processos, pelo aluguel e/ou troca rentável de seus serviços. Sem esquecer da possibilidade de financiamento quando o projeto é lançado em uma plataforma, tendo a oportunidade de ser financiado e apoiado por doações.

Isso é fruto da união de três pontos de sucesso que fazem esse conceito econômico cada vez mais atrativo e necessário: 1) Social: em virtude do óbvio aumento populacional, avanço para a Sustentabilidade, desejo de comunidade e abordagem mais altruísta; 2) Econômico: focado em giro do estoque em excesso ou ocioso, aumento da flexibilidade financeira, preferência por acesso ao invés de aquisição e abundância de capital de risco; 3) Tecnológico: beneficiado pelo avanço da internet, dispositivos e plataformas móveis, além de sistemas de pagamento cada vez mais diversificados e acessíveis.

 

 

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As diversas possibilidades de consumo interferem na maneira como as empresas mapeiam a concorrência e seu mercado de atuação. Grandes companhias podem ter de competir, por exemplo, com startups de um país do outro lado do globo, ao invés de se preocuparem apenas com seu mercado local. Assim, companhias que ainda queiram centralizar sua economia na venda, terão grandes problemas para se manter no ambiente competitivo e fomentar mercado.

Veja este infográfico para entender como funciona este novo conceito. Clique na imagem para melhor visualização:

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Uma das ideias provenientes desse novo conceito é o Car2Go, onde você tem a oportunidade de usar um carro compartilhado, pagando apenas o tempo que usar:

Seria essa “adaptação” econômica o começo da revolução maciça que o mercado de serviços e produtos terá ao apresentar suas soluções para seu consumidor?

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Conferência Crowdsourcing – Co-criação e Colaboração

Em uma web cada vez mais colaborativa, as grandes ideias estão tomando proporções cada vez maiores.

A máxima “Duas cabeças pensam melhor do que uma” nunca se fez tão presente nos dias atuais e, com a evolução da internet, a facilidade de troca de ideias e colaboração conjunta pode criar coisas inimagináveis.

Você já leu aqui no blog da Gaia sobre a “Era da Colaboração” e, sendo assim, gostaríamos de convidar a todos para a 3° edição da Conferência Crowdsourcing Colaboração e Co-Criação.

Nesta edição do evento, temas sobre como a sabedoria de multidões impulsiona o crescimento de negócios e empresas, big data, o futuro das agências e da inovação, como o conceito de crowdsourcing age em relação aos problemas mundiais e muitos outros serão debatidos em dois dias de evento por 27 profissionais do mercado.

Enquanto o evento não rola, podemos sentir um gostinho do que vai rolar com os hangouts promovidos pelo site oficial do evento. O próximo acontece amanhã, portanto, fique ligado (a) para ficar por dentro de alguns assuntos que serão debatidos na conferência.

As inscrições podem ser feitas através do site oficial da Conferência Crowdsourcing e vão até o último dia da conferência (24/07).

A ideia que vai mudar o mundo pode estar na sua cabeça… e na da pessoa ao seu lado também! Pense nisso, mas não pense sozinho, pois juntos, pensamos sempre além!

Conferência Crouwdsourcing Colaboração e Co-Criação

Quando: 23 e 24 de julho
Onde: FecomercioSP (Rua Doutor Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo-SP)
Horário: A partir das 08h30

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#vemprarua (e pro Facebook) para ver a revolução

Não tem como fugir. Os últimos acontecimentos no Brasil estão ditando as pautas de televisão e as discussões nas redes sociais.

Você já leu aqui no blog da Gaia uma opinião sobre a cobertura midiática dos protestos (publicada antes da fatídica manifestação com forte repressão policial na última quinta-feira, que fez a imprensa mudar completamente de opinião). Agora vamos focar nas redes sociais como uma ferramenta de organização.

Eu estava lá, e vou contar o que vi na internet antes do protesto e nas ruas, durante a manifestação.

Na internet

Este que vos escreve acompanhou durante parte do dia que antecedeu a histórica manifestação de 17 de junho, na capital paulista, a movimentação nas redes sociais.

E não demorou para que começassem a pipocar informações e fotos de todos os cantos, como um possível canteiro de obras e um ônibus surgidos no local de concentração para a grande manifestação.

Destaque para a postagem sobre os materiais de construção, que vinha acompanhada de números de telefone dos supostos responsáveis pelo material, pedindo para que os internautas ligassem para pedir a remoção ou isolamento do material.

Dito e feito. Algumas horas depois, outra foto surge em minha timeline, anunciando o isolamento de todo o material para não haver confusões.

Na medida em que o horário das manifestações ia chegando, as postagens começavam a ganhar tons mais densos, informando sobre revistas pesadas nas estações de metrô que davam acesso ao local do ponto de partida da passeata e grupos policiais concentrados em pontos estratégicos.

O medo das bombas de gás ainda era evidente, fazendo com que muitos manifestantes carregassem consigo garrafas de vinagre para se protegerem dos efeitos causados por este tipo de “munição não-letal”. As postagens davam conta de que os policiais estavam apreendendo o vinagre encontrado, causando ainda mais medo e incerteza sobre os rumos que a manifestação teria. Saímos da Gaia.

Na rua

Com o 3G ligado, agora nosso propósito na internet era descobrir quais os rumos que a manifestação teria.

Vídeo no Vine mostra manifestantes chegando na Paulista: https://vine.co/v/hBjWtwMjgIl

Não tardou para descobrirmos que uma parte dela subiria pela Av. Paulista, e foi para lá que fomos.

Com nenhum registro de ocorrências de vandalismo e repressão policial em nossas timelines, chegamos à Paulista e o que encontramos foi justamente a paz.

A cada passo da manifestação, mais e mais celulares surgiam, captando imagens que em poucos segundos estariam rodando o mundo através de um simples toque no botão “compartilhar”.

Os grupos de manifestantes se dispersaram, mas bastavam alguns segundos para saber onde cada grupo estava e para onde iam.

Incrível também era abrir o Facebook para pegar alguma informação e ver fotos de outros estados, ou até mesmo de outro país, onde aconteciam manifestações simultâneas às de São Paulo: Rio de Janeiro, Brasília, Nova York, Dublin… Durante o protesto, podíamos ouvir alguns gritos de “Estamos no Congresso” ou “Rio, sem violência!”. A internet transformou o Brasil em uma coisa só.

A revolução está sendo televisionada de longe, mas seus reais fatos e propósitos estão em sua timeline e onde elas realmente acontecem: nas ruas. Sociedade em rede, nós te amamos!

Por Henrique Gala com colaboração de Gabriela Prosdocimi

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A ERA DA COLABORAÇÃO

Que a internet derrubou barreiras e ajudou milhares de pessoas a se conectarem entre si, não é mais novidade alguma para ninguém, porém, de uns tempos pra cá, esta premissa está tomando rumos cada vez mais interessantes.

Senhoras e senhores, estamos vivenciando a “era da colaboração”.

Os conceitos de croundfunding e crowdsourcing, até um tempo atrás inexistentes, estão ditando os rumos da nova web colaborativa.

Ao longo dos anos, a história e a evolução nos mostraram que juntos somos mais fortes. Alexandre, o grande, não conquistou impérios sozinho, assim como animais que caçam em grupo, costumam ter mais êxito em suas investidas para conseguir uma boa refeição com muito mais facilidade.

É melhor fazer parte de algo grande do que receber, sozinho, os méritos de algo simplesmente “ok”.

A internet, atualmente, permite a pessoas dos quatro cantos do mundo, se ajudarem de diversas maneiras.

Não é à toa que diversos cases de “crowd projects” têm invadido os principais sites e portais sobre internet e inovação. Colaborar é a palavra do momento.

A iniciativa parte tanto de usuários de grupos específicos, quanto marcas, que também estão começando a explorar este conceito de maneira a gerar mais lembrança, engajamento e, caro, lucros.

Um desses exemplos é o site CrowdMed, uma plataforma online que permite a usuários do mundo inteiro diagnosticarem sintomas médicos enviados por outros usuários, gerando assim, um incrível banco de dados de informação colaborativa.

Já um exemplo de marca a entrar na onda do crowdsourcing é a marca de cosméticos suíça Mavala que, por meio de uma ação integrada entre Facebook, Twitter e Instagram, conseguiu chegar na “cor ideal” de esmalte através da colaboração e interação de usuários.

O que faz uma marca são seus consumidores, então, não é de se espantar que projetos via crowdsourcing sejam mais frequentes daqui pra frente.

Temos inclusive, exemplos até mais explícitos do uso deste conceito, como é o caso da American Airlines que, ao que parece, resolveu dar uma folga para seu time de inovação e novos negócios ao pedir ajuda para os clientes oferecerem ideias inovadoras para o seu negócio apoiadas no conceito “para fazer um mundo melhor”.

Para entender melhor o conceito de crowdsourcing e seu real potencial, confira neste infográfico um pouco mais sobre o tema e como ele vem sendo utilizado:

A nova web é colaborativa e, através da tecnologia e redes que temos disponíveis, temos a chance de realizarmos algo realmente grande! Basta querermos fazer.

Pensamento compartilhado é a chave para tudo isso se tornar possível.

Pense nisso, de preferência com alguém do lado ;)

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Os caminhos da web – Big Data

Vivemos em um universo mutável, em constante transformação onde, segundo os princípios básicos da biologia, nada se cria e nada se perde, tudo se transforma.

No universo da web essa premissa não podia ser diferente. Em um ritmo muito mais acelerado, acompanhamos a evolução da internet e suas possibilidades dia após dia, onde novas formas de interação, segmentação, ferramentas e serviços surgem a cada momento, transformando e ditando o ritmo da comunicação.

Você pode ainda não estar familiarizado com o termo “Big Data”, mas em um futuro não muito distante, esta será a palavra da vez quando o assunto for segmentação de público e estratégias digitais.

Com o constante aumento de dados gerados na web nos últimos tempos, a necessidade de tamanho espaço de armazenamento já começa a preocupar especialistas. Estima-se que em 2008, foram produzidos cerca de 2,5 quintilhões de bytes por dia (e isso é muita coisa).

E os números não param por aí: com o crescente boom de grandes empresas aderindo às redes sociais, sistemas de geolocalização e universo móbil, 90% dos dados de todo o mundo foram produzidos nos últimos anos.

Sendo assim, com constante crescimento de dados e informações, os dispositivos atuais não estão conseguindo dar conta de tamanha demanda, e é aí que surge o Big Data.

Ele é um conjunto de soluções tecnológicas criadas para dar conta de processar toda esta quantidade de dados com variedade e velocidade jamais vistos até hoje, permitindo a análise de qualquer tipo de informação digital em tempo real, algo fundamental na tomada de decisões.

Mas não é só isso: Os dados não estruturados, como posts no Facebook, tweets, vídeos, informações de geolocalização, dentre outros que dependem de todo um contexto para serem interpretados antes só compreendidos por pessoas, passam agora a serem analisados digitalmente através das soluções presentes em Big Data.

Para entender melhor seu conceito, ter uma ideia da dimensão de números, informações e conhecer cases que já utilizaram Big Data para o processamento de dados, confira este infográfico feito pelo Jornal O Globo:

(Foto: Reprodução O Globo)

Fica a pergunta: quais os limites do universo digital? Independente da resposta, o que precisamos é continuar buscando sempre antenados nas mudanças e novos recursos, para fazermos aquilo que, desde o início, move toda essa evolução: Comunicação e a diminuição de distâncias.

- “Toda tecnologia perde o sentido se não proporcionar mais contato humano.”
Gil Giardelli – Você é o que você compartilha

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Energia para todos os gostos

Em tempos em que sustentabilidade é a palavra chave para um futuro melhor, diversas alternativas e métodos vêm surgindo como forma de conscientização e auxílio para que possamos economizar e fazer a nossa parte quando o assunto é a preservação dos recursos naturais do planeta.

Ao longo dos anos, a tecnologia vem alterando de enxergar o mundo e, com relação aos nossos hábitos, não podia ser diferente.

Pensando nisso, a empresa espanhola Wattio resolveu inovar e criar um aplicativo que funciona como uma ferramenta de gestão de energia para ajudar as pessoas a monitorarem seu consumo e colaborarem com o uso consciente de energia.

Ok, é mais um aplicativo para gerar um relatório e histórico de energia gasta, certo? Errado.

O que traz o Wattio Smart Home 360º até aqui é o fato de ele contar com a possibilidade de você controlar a energia e os aparelhos eletrônicos de sua casa de qualquer lugar do mundo através de seu computador, tablet ou smartphone.

Com um sistema composto por 4 componentes que interagem entre si (Pod, Bat, Termic e Gate), o Wattio Smart Home 360º permite o monitoramento e o controle dos aparelhos em tempo real, permitindo o seu desligamento, caso necessário (perguntar a si mesmo se apagou todas as luzes de casa ou desligou a televisão antes de sair… quem nunca?).

O aplicativo também oferece aos usuários dicas personalizadas de uso, alertas a cada vez que um aparelho eletrônico é ligado dentro de casa e um simulador de presença, caso você queira dar uma de Macaulay Culkin em “Esqueceram de Mim” para dar a impressão de ter pessoas na casa mesmo sem ninguém por lá.

E por falar em energia e consumo, sem querer dar uma de “first world problems”, a sensação de impotência que temos quando nosso celular está com pouca bateria e não temos nenhum carregador por perto não é nada legal, não é mesmo? Imagina só ficar sem fazer ou receber ligações, checar seu email ou ver o que seus amigos andam almoçando no Instagram… não dá né.

Para os usuários de iPhone, isso pode não mais ser um pesadelo graças a ajuda do ChargeBite – um projeto que está sendo financiado para produção em série via crowdfunding – que permite a você “tomar emprestado” um pouco da bateria do celular de seus amigos.

Basta conectar seu iPhone e o de “suas vítimas” no dispositivo e voilá! Você ganha uma sobrevida em seu aparelho para emergências ou simplesmente pelo descuido de ter esquecido o carregador.

Caso você deseje adquirir tanto o Wattio Smart Home 360º quanto o ChargeBite, ou contribuir para sua produção em maior escala, acesse o link dos projetos no Indiegogo clicando aqui e aqui.